Dicas para o financiamento do seu sobrado em Curitiba

O sonho da casa própria vem se tornando real para milhares de pessoas no Brasil. O maior poder aquisitivo e a facilidade nos financiamentos ajudam para que a compra do imóvel seja um processo mais tranquilo, entretanto, alguns ainda se confundem na hora de realizar esse procedimento e acabam se perguntando, afinal o que é necessário para que eu consiga comprar o meu sobrado em Curitiba? Listamos aqui alguns detalhes que devem ser levados em consideração durante esse processo, como por exemplo, o período de pagamento das parcelas. Veja as dicas para se informar sobre o assunto e também, procure o auxilio de pessoas experientes no assunto:

1ª Dica – Tenha certeza da compra

A compra de um imóvel é algo que não pode ser feito por impulso – deve ser planejada, onde todos os cenários possíveis devem ser analisados, pois, por exemplo, as parcelas do financiamento podem comprometer seu orçamento doméstico por muitos anos e além disso tem todo o investimento com móveis e documentação, logo, é necessário que se tenha bastante certeza da sua compra.  Verifique também fatores como a estrutura do imóvel, a proximidade dos locais que você frequenta e a presença de estabelecimentos comerciais e outras coisas que podem valorizar (ou não) a região.  Porém, não exagere amplificando demais seus medos. Lembre-se que a aquisição de um bem imóvel a médio prazo geralmente se mostra um excelente investimento.

2ª Dica – As parcelas devem estar de acordo com seu orçamento

Antes de tudo, coloque todas suas despesas mensais no papel e calcule até que ponto a parcela do seu financiamento estará dentro de suas condições. Segundo especialistas da área, o correto é tirar apenas 30% do ganho mensal para pagar o financiamento, desde que isso também não comprometa os outros gastos. O mais interessante é que o comprador consiga pagar as parcelas e fazer uma reserva financeira, para que possa, aos poucos, amortizar as parcelas do financiamento com o pagamento de valores mais altos. A boa notícia é que os métodos de amortização praticados pelos agentes financeiros atualmente geram parcelas que reduzem com o tempo. Normalmente a partir do quinto ano de pagamento, nota-se melhor a redução da parcela. Isso implica que com o passar dos anos o valor da prestação vai comprometendo menos o orçamento mensal da família.

Financiamento de imóveis

3ª Dica – Verifique a procedência da construtora

Converse com pessoas que já fizeram uma aquisição com a construtora e antes de assinar o contrato. Consulte também se as construtoras estão respeitando os prazos de entrega dos empreendimentos, pois essa é uma das maiores reclamações entre os compradores. Evite adquirir imóveis de construtores autônomos, muitos dos quais sequer possuem empresa formada, e trabalham na informalidade. É mais seguro comprar de construtoras estabelecidas, com CNPJ, que possuem engenheiros em seus quadros administrativos, poise além da proteção jurídica normal, são fiscalizadas pelo CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia).

4ª Dica – O financiamento bancário

Muitas pessoas buscam essa alternativa para que o financiamento da casa própria seja realizado, porém, é necessário observar a taxa de juros de diversos bancos. É comum o comprador se deixar seduzir pelo banco que possui conta bancária, mas vale a pena fazer simulações em diversos bancos.  Atentem-se também às taxas de juros, pois elas podem ser um fator decisivo no momento de escolher o melhor banco para o financiamento. Muitos compradores só ficam atentos aos valores pequenos das parcelas e se esquecem do valor final a ser pago pelo imóvel.

5ª Dica – Liquidando o financiamento

Quando houver a possibilidade de liquidar as parcelas do seu imóvel entre em contato com o SAC (sistema de amortização constante) da instituição que fez o seu financiamento, pois alguns contratos permitem descontos especiais para aqueles que procuram saldar o seu financiamento. Como já foi dito, para conseguir liquidar o financiamento, é muito importante que exista a organização financeira por parte do proprietário do imóvel, para que assim, seja possível juntar um montante de dinheiro capaz de quitar sua dívida.

O que achou dessas dicas? Esperamos ter contribuído para que sua experiência com o financiamento seja a melhor possível.